quinta-feira, 31 de julho de 2014

Recuperadas as páginas da Igreja

Não durou muito, e o curto tempo mostrou que a Igreja é pura em suas transações de Web. Hoje foi divulgada a nota:

Graças a Deus, recuperamos nossa página e O louvamos pelas vidas de todos que oraram e nos apoiaram. 
Compartilhe para que todos possam saber!



E também mais a seguinte postagem:

Leia e compartilhe com seus amigos o nosso agradecimento:

Deus nos deu uma missão, e todos os dias oramos por vocês, todos os dias pedimos a Deus sabedoria para dar o melhor para vocês.

Acordamos cedo, dormimos tarde, sempre publicando conteúdos que possam deixá-los felizes.

Em meio a tantas coisas más, semeamos o amor e a esperança.

Protegemos vocês dos escarnecedores e de pessoas que só querem roubar e destruir.

Durante 59 horas e 20 minutos perdemos o controle de nossa página.

Assistimos vocês serem expostos a lixo. Acompanhamos de forma impotente pessoas más escarnecerem o nome de Deus. Vimos como vocês ficaram tristes e sofremos muito.

Mas Deus nos devolveu o controle, Deus nos devolveu vocês, 600 mil pessoas que O amam.

Por isso hoje somos gratos a Deus e a todos vocês que oraram, confiaram e acreditaram na Igreja Adventista. Somos gratos aos profissionais que nos ajudaram a recuperar a página e a voltar a realizar nossa missão de falar do amor de Deus todos os dias no Facebook.

Que Deus continue a abençoá-los sempre que vocês visitarem a esta página.

Este é o desejo e o agradecimento da equipe de Equipe de Web & Estratégias Digitais da Igreja Adventista do Sétimo Dia.



Valeram a pena os esforços. Eu amo defender a minha igreja, o meu Deus!

Agora, é só curtir, compartilhar e acompanhar em: https://www.facebook.com/IgrejaAdventistadoSetimoDia

Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Nota de Esclarecimento: Página Oficial da IASD no Facebook

A Igreja Adventista do Sétimo Dia esclarece que foi vítima de um crime virtual e que sua página oficial em português no Facebook, foi invadida (roubada). Ou seja, as postagens que estão sendo feitas ali, desde a última segunda-feira à noite (dia 28 de julho), não acontecem por iniciativa das equipes de comunicação da Igreja Adventista (que administravam a conta) e são totalmente incompatíveis com a linha de ação e princípios que regem a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Contêm links maliciosos (spam).



O mesmo fato se deu com alguns perfis do Facebook da Rede Novo Tempo de Comunicação que também sofreu o mesmo tipo de crime.
A Igreja Adventista e a Rede Novo Tempo de Comunicação (instituição pertencente à Igreja Adventista) informam, ainda, que, desde o momento em que o crime ocorreu, não possuem mais controle sobre essas páginas.
O crime foi devidamente registrado junto às autoridades policiais e comunicado oficialmente ao Facebook e a expectativa é que, com a maior brevidade possível, tudo seja restabelecido à normalidade.
Reiteramos que a credibilidade dessas páginas é atestada pelo histórico de milhões de visualizações de seus conteúdos e que, portanto, é de nosso máximo interesse obter o controle das páginas tão logo seja possível.
Até que esta situação seja resolvida, pedimos sua ajuda para:
1 – Ore para que o problema seja resolvido.
2 – Não curta, comente ou compartilhe estas postagens impróprias.
3 – Não clique nos links da postagem.
4 – Marque a postagem como spam.
Agradecemos sua atenção e contamos com suas orações e compreensão.


Fonte: http://noticias.adventistas.org/pt/sala-de-imprensa/releases/nota-de-esclarecimento-pagina-oficial-da-iasd-facebook/ 

domingo, 27 de julho de 2014

Parábola do Rico e Lázaro - Lucas 16:19-31

Alguns pensam que a história contada por Cristo, do rico e de Lázaro, prova a imortalidade da alma. (Veja-se S. Lucas 16:19-31).

Esta história nada diz sobre almas imortais partindo do corpo dos mortos. Ao contrário, o rico após a morte tinha "olhos" e "língua", isto é, partes muito reais do corpo. Ele pedira que Lázaro "molhasse na água a ponta do seu dedo". Se a narrativa deve ser tomada literalmente, então os bons e maus, após a morte, não se transformam em espíritos intangíveis, mas vão para lugares da sua recompensa como seres reais, na posse de seus membros. No entanto, como poderiam eles ir para lá em corpo, uma vez que este havia sido inumado na sepultura?

Ainda, se isto é um relato literal, então o céu e o inferno se encontram bastante próximo para permitir uma conversação entre os habitantes de ambos os lugares - situação um tanto indesejável, pelos menos.
Se os que crêem na imortalidade inerente pretendem que esse seja um quadro literal da geografia do Céu e do Inferno, devem então aceitar também literalmente o texto referente às "almas debaixo do altar" clamando por vingança contra seus perseguidores. (Veja-se Apocalipse 6:9-11). Se os justos podem ver os ímpios em tortura, que necessidade têm de clamar por vingança?

Quando o rico pediu que a Lázaro se mandasse voltar à Terra a fim de avisar a outros quanto ao inferno, Abraão respondeu: "Têm Moisés e os profetas; ouçam-nos". E: "Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tampouco acreditarão, ainda que algum dos mortos ressuscite". (Vs. 29 e 31). A narrativa, portanto, em parte nenhuma fala de espíritos desincorporados, nem que voltem para avisar os homens. Ao contrário, quando fala nessa volta usa o termo "ressuscitar".

A fim de evitar a crença de que os espíritos têm corpos e que o Céu e o inferno estão realmente bastante próximos para permitir uma conversação, porventura deseja o arguente considerar agora essa narrativa uma mera parábola? Neste caso lembrá-lo-íamos de que os teólogos unanimente concordam em que não se podem alicerçar doutrinas sobre parábolas ou alegorias. Uma parábola, como outras ilustrações, é geralmente usada para tornar claro um determinado assunto. Procurar formar doutrinas de qualquer porção da narrativa resultaria em absurdo, ou mesmo perfeita contradição. É fora de dúvida que procurar na ilustração a prova para uma crença que seja o extremo oposto da que defende o próprio autor da ilustração, seria violar os mais rudimentares princípios que regem o assunto.

Nós afirmamos que o argumentador, ao usar esta parábola para provar que os homens recebem sua recompensa ao morrer, coloca Cristo em situação de contradizer-se a Si próprio.
Em outra parte Cristo declara explicitamente qual o tempo em que os justos receberão sua recompensa e os ímpios serão lançados no fogo consumidor: " E quando o Filho do homem vier em Sua glória ... todas as nações serão reunidas diante Dele;... então dirá o Rei aos que estiverem à Sua direita: Vinde, benditos de Meu Pai, possuí por herança o reino... Então dirá também aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno". S. Mateus 25:31-41.

Não há necessidade que volte alguém para dar aviso sobre o destino depois da morte, porque os vivos "têm Moisés e os profetas; ouçam-nos".
Nós, os vivos, somos portanto certamente justificados em compreender a parábola em harmonia com o que os profetas têm dito. Malaquias, por exemplo, declara que "aquele dia vem" (é um acontecimento futuro) em que os ímpios sofrerão os tormentos do fogo abrasador. (Veja-se malaquias 4:1-3.)  Os escritos do Velho Testamento são muito explícitos em afirmar que os mortos, justos ou ímpios, descansam em silêncio e inconsciência na sepultura até o dia da ressurreição (Vejam-se Jó 14:1, 12-5, 20 e 21; 17:13, 19:25-27; Eclesiastes 9:3-6 e 10).

Portanto, se o argumentador passa a declarar ser a história uma parábola ou alegoria, isso não vem mais em seu auxílio do que se a tomasse como sendo literal, a não ser que queira manter a pretensão insustentável de que uma determinada porção de um relato figurado deva ser tomada literalmente, embora represente isso uma contradição direta às afirmações literais de "Moisés e os profetas" e Cristo (em S. Mateus 25).
A história é uma parábola, tendo sido este o método usualmente empregado por Cristo nos Seus ensinos, muito embora aqui como em vários outros exemplos, Ele não afirme isso especificamente. Por isso procuramos saber justamente qual a lição que Cristo pretendia ensinar, e não tentamos fazer com que a parábola prove qualquer coisa além disso. Evidentemente, Cristo estava desejoso de repreender os fariseus, "que eram avarentos". S.Lucas 16:14. Eles, em verdade bem como muitos dos judeus, mantinham a crença de que as riquezas eram um sinal do favor de Deus, e a pobreza um indício do Seu desagrado. Cristo ministrou-lhes a importante lição de que a recompensa que aguarda os ricos avarentos - os quais nada mais reservam para os pobres do que migalhas de pão - é justamente o oposto ao que os judeus acreditavam.
Isto é o que a parábola pretende ensinar. Seria tão incoerente pretendermos que Cristo ensinasse por ela que os justos fossem literalmente para o "seio de Abraão", e que o Céu e o inferno estivessem a uma distância ao alcance da voz, como deduzirmos que Ele ensinasse ser a recompensa concedida imediatamente após a morte. Cristo protegeu esta lição que estava ministrando aos judeus, contra a dedução de conclusões errôneas, apresentando-a em forma de uma história.

Ao empregar a linguagem alegórica bem podia Ele apresentar os inconscientes mortos mantendo uma conversação, sem forçar a conclusão de que os mortos estivessem conscientes. Em outra parte da Bíblia encontramos a vívida parábola das árvores que "foram uma vez a ungir para si um rei" e mantiveram entre si uma conversação. (Vejam-se Juízes 9:7-15; II Reis 14:9). Por que não tentar provar por essa parábola que as árvores falam e que elas têm reis? Não, isso seria querer fazê-la provar mais do que era a intenção do autor. Concordamos. A mesma regra aplica-se à parábola do rico e Lázaro.


A vida eterna é uma realidade unicamente em Cristo Jesus. Qualquer tipo de vida ou fagulha de imortalidade sem Cristo é pretensiosa, pois só Deus é imortal (I Tim. 6:16).

sábado, 26 de julho de 2014

Deus poderia ter evitado o pecado?


Certamente sim, pois Deus é onipotente (pode todas as coisas) – ver Salmo 91:1.
            O detalhe é que se Deus intervisse na decisão do homem de pecar, estaria interferindo em sua liberdade de escolha, algo totalmente contra o governo de Deus.
Analisando o relato da queda do homem (e entendendo o caráter de Deus), vemos que o pecado deveria ser evitado pelo homem e não por Deus. O homem tinha tudo em suas mãos para evitar o pecado, mas não o quis; isto mostra-nos que o evitar o pecado não era encargo de Deus, mas sim, do homem, pois este recebeu inteligência para isto e também foi avisado das conseqüências do pecado (ver Gênesis 2: 16 e 17).
Logo Deus irá terminar com o sofrimento (Ap 21:1-4); creia nEle, pois Suas promessas maravilhosas são para todo aquele que confia em Seu poder e em Sua Pessoa:

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

DEVO TUDO A DEUS!!!!!

Hoje é um dia muito diferente na minha vida. Olhe a figura lá em baixo e você vai saber. Estou saindo do IAENE, de volta pro Sul. Foram quatro anos peregrinando pra cá, para crescer em conhecimento. E ontem terminei a última das últimas tarefas deste Mestrado em Teologia com ênfase em Missão Urbana, de modo que agora não tenho nada a me ocupar mais com isto, a não ser usufruir. Não sei explicar o misto de sentimentos que se chacoalham dentro de mim. Talvez o Salmo 30:11 expresse um pouco daquilo que passamos (com minha família) de dificuldades, e agora Deus transforma tudo em júbilo, alegria!

Pode ser que pareça pequeno para alguns. Eu sei. Muitos já são acadêmicos por natureza. Muitos chegam aqui com enormes facilidades. São dotados de muitos dons. Mas eu não sou um destes. Sou um guaipeca que Deus pega e lhe concede graça. Obrigado, meu Deus! Quando escrevo neste título que devo tudo a Deus é nos dois sentidos: passado e futuro. Foi Ele quem me fez, me deu tudo que tenho e me trouxe até aqui. Devo isso a Ele. É a Ele quem devo servir com tudo que eu puder. Devo isso a Ele.

E também a todos os chegados que me ajudaram tanto. Minha amada e dedicada esposa, o Dani, a Sara, e todos os outros queridos também: Valéria, Luana, Barroso, Pedrinho, Méri, Marcelo, Carlos, Pedrinho, Elso, Sabrina, Vilson, Mana, Sérgio, Eliane, Karen, Gisele, Mateus, Celi, Tereza, Kauana, Zinho, Dia, Kauê... e por aí vai. Gente! Não tenho como pagar, o apoio que cada um de vocês deram nesse abraço familiar que fez com que eu pudesse chegar até aqui.

Minhas amadas igrejas das quais fui pastor nesse período também merecem meu reconhecimento. Submeteram-se a serem autônomas enquanto precisei gastar tempo estudando. Eu lhes agradeço, reconheço e admiro muito. Agradeço a toda a denominação, representada pelos presidentes e administradores que me autorizaram e apoiaram, representados hoje pelo grande pastor Moisés Mattos. Agora vamos pôr a teoria em prática, né, rsrsrsrs?


Obs: Esses três messes aí "já era", pois Deus me ajudou fazer tudo nesta semana, e hoje já está tudo entregue.


É como escrevo na primeira seção da dissertação:

A - G - R - A - D - E - C - I - M - E - N - T - O - S

Em primeiro lugar, agradeço a Deus, pois se não fosse por milagre, este trabalho não teria sido concluído. O Senhor foi muito bondoso e misericordioso para comigo. Creio que o pensamento desta monografia nasceu em Seu coração. Portanto, primordialmente ao grande Pesquisador, Redator e Mestre, sejam todas as honras, glórias, louvores e créditos devidos.

Fátima Silva não se doou somente a esta pesquisa, mas a tudo mais, dos demais interesses da nossa vida, para que eu ficasse trabalhando na mesma. Esta minha amante também fez o belo trabalho de revisão. Mais que uma esposa dedicada, com imensuráveis paciência, conselhos e amizade, me amou inúmeras vezes mais, para que este trabalho existisse. Agradecê-la é pouco, mas aqui nesta seção, ela merece destaque.

O Dr. Wagner Kuhn sabe ser mais que um orientador, mas um mentor por excelência. Sem confundir as coisas, permite que um clima de amizade construa o saber. E se não fora esta sua habilidade em relacionar-se, tenho certeza de que eu não conseguiria ter sido guiado por ele ao longo destes quatro anos. Muito obrigado, grande professor, por todas as diretrizes que fizeram este trabalho acontecer.

Maria das Graças: abaixo de Deus, devo o que sou à senhora, a mãe mais linda do mundo. Obrigado por transmitir-me grande parte dos seus dons linguísticos e de comunicadora. Eles estão aqui, nesta dissertação, que é também sua.

Eu gostaria de voltar a reencontrar cada colega da turma de mestrado para dar-lhes meu abraço de agradecimento pela amizade, coleguismo, compartilhar de informações e materiais, dicas e palavras de ânimo. Gestos que, por várias vezes, impediram-me de desistir. Mas cada um deles tem o meu estimo.

Com apreço especial, também devo meus agradecimentos a uma professora que teve uma disposição incondicional de orientar-me quanto à análise dos dados da pesquisa de campo. E com muita eficiência, conseguiu me ensinar. Obrigado, Paula Aciole.

Para mim, não faz diferença que este mestrado seja intra corpus. Sou tão grato à IASD, representada por todos os professores, obreiros, administradores e instituições que, um a um, foram abrindo-me portas de oportunidades para que eu pudesse cursar e concluir este mestrado, que quero agora, em resposta prática, devolver-lhe tudo que posso através da melhoria que tal programa colocou em mim.

Mudaste o meu pranto em dança, a minha veste de lamento em veste de alegria, para que o meu coração cante louvores a ti e não se cale. Senhor, meu Deus, eu te darei graças para sempre
(Salmo 30:11-12, NVI).


DEVO TUDO A DEUS!!!!!!!!!!!!

Valdeci Jr.

quarta-feira, 23 de julho de 2014

EBENÉZER - A Deus seja toda honra e glória!

Com mais de 600 pessoas visitando-a todos os dias, a "Sala" prepara-se para mais um aniversário. E este blog não sobreviveria se não fosse você, querido internauta. São os seus acessos, as suas clicadas, que o mantem numa boa escala do hit do Google. É bem verdade que já postei quase 1500 textos, sendo que mais de 90% deles são de minha autoria. É muuuito suor.
Mas toda honra e glória devem ser dadas a Deus. Na realidade, a "Sala" e esse gaudérinho menor da foto aí fazem aniversário no mesmo dia. Mas eu lhe confesso que gosto bem mais dele do que da "Sala", rsrsrs.

E aqui vale também dar os créditos aos tantos outros sites que carinhosamente linkam o internauta pra cá. Sou feliz também por perceber o quanto os queridos irmãos tornam o que é veiculado aqui uma utilidade para sua vida prática.

Há um ou outro que de vez em quando reclama de alguma coisa. Normal. Quem dá muito chute a gol, vez ou outra a própria lei da probabilidade vai fazê-lo dar um chute fora. Faz parte de quem faz. O importante é fazer, e não ficar na inércia, sem fazer. O saldo são os inúmeros gols feitos. Isso é o que importa. Se nem Jesus agradou a todos, quem sou eu, né? Rsrsrsrs. Mas Jesus ofereceu salvação a todos, e isso é o que a Sala, com a bênção dEle, faz. Amém?

Portanto, nesse preparo para o próximo aniversário, Deus e você são os parabenizados.

Continue conosco, internauta, nessa "Sala" do Senhor Jesus. E assim ela continuará abençoada!

Um abraçaço!

Pr. Valdeci Jr.

Os profetas aguardam a volta de Cristo?

Os profetas aguardam a volta de Jesus?


Será que os profetas que falaram de acordo com a bíblia, assim como os nossos ancestrais como Adão, Eva, Lázaro, Maria “mãe de Jesus”, estão esperando a volta de Cristo?

Analisando as escrituras, encontraremos vários profetas que acreditavam nessa bem aventurada esperança. Sobre Enoque lemos:

 “E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos, para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade que impiamente cometeram e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele. (Judas 1:14-15 RC)”.

Podemos ver que em toda a Bíblia, vários profetas falaram a respeito da vinda de Cristo a este mundo. Todos eles aguardavam, mas muitos não puderam ver sua esperança realizada.

Eles estão esperando a vinda de Cristo. Eles agora descansam no Senhor, até o dia em que Cristo vir nas nuvens dos céus, quando todos justos serão ressuscitados (1Corintios 15:52) e os que estiverem vivos serão arrebatados para junto com Cristo, habitar nas mansões celestiais.

Em Eclesiastes 9:5 lemos:

 “Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento”.

Todos quantos morreram no Senhor, estão aguardando na sepultura aquele dia, em que os justos irão ressuscitar, para se encontrar com seu Senhor (Ver 1Ts 4:17 comparar com João 6:54).

Hoje também esperamos o retorno do Senhor, com seus anjos, em glória e majestade. Que possamos como o apostolo Paulo dizer:


“... porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até àquele Dia”. (2 Timóteo 1:12 RC)

terça-feira, 22 de julho de 2014

Origem de Deus

As mais fortes evidências que temos acerca da existência de Deus são as coisas criadas; não podemos, porém, colocar Deus num laboratório para dissecá-Lo. Se pudéssemos explicar a Deus e Sua origem Ele deixaria de ser Deus. Como poderia uma mente finita compre­ender uma mente infinita? É como querer colocar todo o oceano em um simples copo.

Creio que precisa mais "fé" para acreditar na evolução do que para crer que um Ser amorável e inteligente criou todas as coisas. Quando estudamos sobre a maravilhosa complexidade do corpo humano, sua anatomia perfeita, seus órgãos funcionando em precisa sincronia, como tudo isto surgiu pôr acaso? Quando olhamos para o céu, com suas mais de 200 milhões de galáxias, tendo em média mais de 200 bilhões de estrelas em cada uma delas, e os planetas girando em torno das estrelas (sois), e estas girando em torno de um ponto comum no meio da galáxia, e as galáxias também têm o seu percur­so, onde giram em torno de um ponto central do universo, (os cientis­tas não sabem o que é este centro do universo que mantém as galáxias ligadas a ele por uma força inimaginavelmente podero­sa), como poderiam estes planetas e estre­las com o seu percurso perfeitamente traçado, onde se revolvem em perfeita harmonia, ser obra do acaso?

Temos evidências de sobra que atestam para a existência de Deus, contudo há uma maneira de provarmos a existência de Deus para nós mesmos!

Eu sei que Deus existe, pois falo com Ele todos os dias, e Suas respostas as minhas orações, são a maior prova de que Ele existe. Apenas quem conhece a Deus através de um relacionamento pessoal com Ele, pode sentir e perceber sua amorável existência.

Nós não sabemos como é a forma física de Deus, pois Ele não pode ser revelado a nós plenamente por causa do pecado, mas isto é apenas temporário, pois um dia O veremos como Ele é.

Tomé um dia fez esta mesma pergunta a Cristo, a qual Ele respondeu: "Quem vê a mim vê ao Pai". Jesus é a maior expressão da pessoa de Deus, e ao estudarmos Sua vida e ministério temos um quadro exato de como Deus é (João 14:5-9).

Acesse www.SCB.org.br


Um forte abraço e fique em paz!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Por que algumas igrejas atraem mais pessoas que outras?

Você pergunta o porquê de algumas igrejas atraírem mais pessoas para o seu convívio do que outras.

Deus nos deu o livre arbítrio para que assim pudéssemos optar em qual caminho desejamos andar. Algumas pessoas são atraídas pela comodidade que algumas religiões oferecem e acabam negligenciando as leis de Deus; outros são atraídos mais pela amizade, e assim por diante...

Mesmo que a amizade seja um fator muito importante, não devemos fazer dela um requisito a fim de escolhermos uma igreja. A prova de que uma igreja é verdadeira, ou não, está em fazer a vontade de Deus expressa em seus mandamentos, ou não. Diz Jesus:

“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.  Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demônios, e em teu nome não fizemos muitos milagres?  Então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniqüidade”. (Mateus 7:21-23 RA).

A igreja que está totalmente em harmonia com a Palavra de Deus pode ser facilmente identificada:

“Aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus e a fé em Jesus”. (Apocalipse 14:12 RA).

Essa igreja tem duas principais características:

1)      Guarda os mandamentos de Deus; (leia-os em Êxodo 20).
2)      Tem o testemunho de Jesus (todos os profetas e inclusive do dom profético nos últimos dias – ver Apocalipse 19:10, última parte).

A igreja que tiver estas duas principais características é a verdadeira.

Ore a Deus a fim de que Ele lhe mostre qual seja esta igreja. Você será ricamente abençoado.

domingo, 20 de julho de 2014

Guia de Estudos Bíblicos Por Assunto

Abaixo um exemplo de estudo bíblico por assunto:


1 - A Bíblia.

Apocalipse. cap.1 versos1-3; II Pedro cap.1versos19-21; João cap.5 verso 39; Atos cap.17 verso 11; Sal. cap.119 versos11 e 105.

2 - Origem do mal.

João cap. 8 verso 44; Ezequiel cap. 28 versos 11 a 19; Isaías cap.14 versos 12-15;
Apocalipse cap.12 verso 12; I João cap. 3 verso 8; Lucas 19:10.

3 - Perdão e salvação.

I Timóteo cap. 1 verso 15; Romanos cap. 6 verso 23; Romanos cap. 3 verso 23; I                        João cap. 1 versos 7 e 9; João cap.15 verso 5.

4 - O Reino Eterno.

 Mateus cap. 6 verso 10; Apocalipse cap. 11 verso 15; Daniel cap. 2 versos 44, 45;   
 Mateus cap.25 versos 31-34; II Pedro cap.3 verso 14.

5 - A Volta de Cristo.

João cap. 14 versos 1-3; Atos cap. 1 versos 9-11; Apocalipse cap.1 verso 7; Mateus cap 24 versos 3-8; Lucas cap. 21 versos 25-27; II Timóteo cap. 3 versos 1-5; II Pedro cap.3 versos 9-13; Tiago cap. 5 versos 7-8.

6 - O Milênio.

I Tessalonicenses cap. 4 verso 16-17; I Coríntios cap.15 versos 51-54; João cap.5 versos 28-29; Apocalipse cap.20 versos 4-6; Jeremias cap. 4 versos 23-26; Apocalipse cap.20 versos 1-3; Apocalipse cap.20 versos 4-6; Jeremias cap.4 versos 23-26; Apocalipse cap.20 versos 1-3; Apocalipse cap.20 versos 7-10.

7 - A Nova Terra.

Apocalipse cap. 21 versos 1-4; Hebreus cap. 11 vers 10; Apocalipse cap.21 verso 21; Apocalipse cap.22 versos 1-3; Isaías cap. 35 versos 1-6;  Isaías cap. 65 verso 21; Romanos cap. 8 versos 17-19.


8 - Oração.

Lucas cap 11 verso 1; Mateus cap. 6 versos 9-13; Mateus cap. 7 versos 7-11;           Marcos cap.11 verso 24; I João cap. 5 verso 14; João cap. 15 verso 7.

9 - A Lei de Deus.

Êxodo cap. 31 verso 18; I João cap. 3 verso 4; Romanos 7 versos 12-14; Romanos cap. 3 versos 20-31; Êxodo cap. 20 versos 3-17; Mateus cap. 5 versos 17-18; Tiago cap. 2 versos 9-11; Apocalipse cap. 12 verso 14; João cap. 15 verso 10.

10 – O Sábado.

Gênesis cap.2 versos 2-3; Êxodo cap.20 versos 8-11; Marcos Cap. 2 versos 27-28; Lucas Cap. 4 verso 16; Lucas cap. 23 versos 54-56; Atos cap 13 verso 44; Atos cap. 18 verso 4; Isaías cap.66 versos 22-23.

11 – Como guardar o Sábado.

Ezequiel cap. 20 versos 12 e 20; Êxodo cap. 16 versos 22-26; Levítico cap. 23 verso 32; Mateus cap. 12 versos 11-12; Isaías cap. 58 versos 13 -14.

12 - Onde estão os mortos.

Gênesis cap. 2 verso 7; Salmos cap. 104 verso 29; Eclesiastes cap. 3 verso 19-20; Eclesiastes cap. 9 versos 5-6 e 10; Jó cap. 14 versos 10-14; João cap. 5 versos 28-29.

13 - Saúde.

III João 2; Gênesis cap.1 verso 29; Deuteronômio cap.14 versos 6-19; Isaías cap. 
66 versos 15-17; Provérbios cap. 23 versos 31-32; I Coríntios cap. 3 versos 16-17;
I Coríntios cap. 6 verso 19-20; I Coríntios 10:31.

14 - Dom de Profecia.

Números cap.12 verso 6; Efésios cap. 4 verso 8,11-13; Oséias cap. 12 verso 10 e 13; Provérbios cap. 29 verso 18; Mateus cap. 7 versos 15 e 16; Isaías cap. 8 verso 20; Apocalipse cap. 12 verso 17; Apocalipse cap.19 verso 10; I Coríntios cap. 1 versos 6-7; II Crônicas cap. 20 verso 20.

15 - A Igreja Verdadeira.

Apocalipse cap. 14 verso 12; Apocalipse cap. 12 verso 17; Sofonias cap. 3 verso
12-13; I Timóteo cap. 3 verso 15; Efésios cap. 4 verso 21; João cap.14 verso 6; João                    cap. 17 verso 17; Salmos cap.119 verso 142; Efésios cap. 2 versos 19-20.

16 - Santuário.  

Êxodo cap. 25 verso 8; Levitico cap.4 verso 27-29; Levitico cap.23 verso 27;
Hebreus cap. 9 versos 6-7; Mateus cap. 27 versos 50-51; Hebreus cap. 8 versos 1-2;
Hebreus cap. 4 verso 16.

17 - O Juízo.

Daniel cap. 8 verso 14; Daniel cap.9 versos 1-3; 23-27; Números cap. 14 verso 34;    
Esdras cap 7 versos 7-8; Daniel cap. 7 versos 9-10; Atos cap. 17 verso 31;    
Apocalipse cap. 14 versos 6-7; Tiago cap. 2 versos 12-13; Sofonias cap. 2 versos
1-3.

18 - Conduta Cristã.

Romanos cap. 12 verso 2; I João cap. 2 16-17; I Timóteo cap 2 versos 9-10;  I Pedro
cap.3 versos 3-4; Efésios cap. 5 versos 3-5; Salmos cap. 1 verso 1; Sofonias cap. 3 
verso 12.

19 - Dízimos.

Salmos cap. 24 verso 1; Deuteronômio cap. 8 versos 17-18; Levíticos cap. 27 versos 30-32; Malaquias cap. 3 versos 7-11; I Coríntios cap. 9 versos 13-14; Deuteronômio
cap. 8 verso 18.

20 - Batismo.

Mateus cap. 28 versos 19-20; Atos cap. 2 verso 38; Romanos cap. 6 versos 3-6; Colossenses cap.2 verso 12; João cap. 13 versos 1-17; I Coríntios cap. 11 versos 23-28; Colossenses cap. 3 versos 1-4.


sábado, 19 de julho de 2014

ADORAÇÃO ADVENTISTA: A Música Em Espírito e em Verdade

Enquanto escrevo este texto sou elevado para mais perto do Céu através de David Phelps, ouvindo o que há de melhor dele na web. Cada música, mais inspiradora que a outra. É como Ernest Castillo escreve no prólogo de En Espíritu y en Verdad, sobre “un canto nuevo”, que vem a inspirar. Quando vamos atrás da prática da música contemporânea estamos simplesmente sendo obedientes à ordem bíblica: “Cante um cântico novo a Jeová, toda a terra” (Salmo 96:1). Aí está a inovação global do louvor.

Por isso, Jesus quebra a linha de raciocínio da mulher samaritana que via separatismo entre povos por causa da exaltação de determinados gostos preferenciais litúrgicos como tendo algo de bom “do lado de cá” e formas erradas “do lado de lá”. “Muitos têm deixado de crer na proposta que os seguidores de Jesus oferecem, porque em vez de encontrar a água viva que sacia a sede da alma, encontram apenas um conjunto de ritos, formas e cerimônias externas que não satisfazem”, escreve Adriana Perera no primeiro capítulo deste abençoadíssimo livro, ao comentar a declaração de Ellen G. White: “A religião não tem que se limitar a formas ou cerimônias externas”. E neste capítulo, apoiada em White, Perera deixa clara a advertência de que não existe essa de que os adventistas do sétimo dia sejam de Deus e demais cristãos não o seriam, só porque adoram de maneiras diferentes. Por isso, o louvor deve ser o caminho transcultural que deve levar todos a Cristo.

Esta universalização do louvor deve vir no respeito às diferenças. Unidade nas diversidades, tanto geográficas quanto históricas. É então que Lilianne Doukhan conduz o leitor da visão global presente para a análise todo-abrangente cronológica. No segundo capítulo deste livro (publicado pela editora oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia em seu país de origem há menos de um ano), ela apresenta “a música da igreja através da história”. Vale a pena destacar que na época dos pais da igreja “segundo documentos desse tempo, os hinos... provinham da música secular. Esta técnica foi usada repetidamente pelos reformadores ao longo da história, e seu uso permitia que a congregação pudesse cantar sem necessidade de aprender a toada, pois já estavam familiarizados com ela”.

Portanto, em seus primórdios a igreja não tinha essas discussões e preconceitos musicais como nos moldes atuais. O catolicismo enfiou isso no cristianismo. Foi no “Concílio de Laodícéia (c. 363-364 d.C.)” que “decidiram proibir tudo, incluindo o cântico congregacional na igreja”. E assim a Igreja privava o povo não somente de aprender através do que poderiam obter da leitura bíblica, mas também de louvar através do que poderiam expressar através da música.

Até que veio a Reforma. “Lutero... deu aos crentes a oportunidade de se unirem em cântico congregacional”.  E então, “as boas-novas eram comunicadas mediante o uso de toadas populares e conhecidas. Existiam distintos gêneros usados para este propósito”: Volkslied (canto popular), Volksballad (a balada popular), Hoflied (o canto da corte) e o Gessellschaftslied (o canto social). “Lutero usava melodias provenientes de todos estes tipos de canções para espalhar o evangelho”. Ele era missional. “Usar melodias emprestadas era uma prática artística comum na época de Lutero, mas também era uma forma de expressar as crenças de Lutero acerca da função da Igreja no mundo. Para Lutero, toda música era espiritual, ou seja, útil para a teologia. Se a igreja quisesse alcançar o mundo, necessitava ser capaz de se comunicar na linguagem do mundo”.

Sem alienar-se, o pai da Reforma protestante era contextual. “Lutero também usou os ritmos vivos característicos do seu tempo”. E isto espalhou-se na contrafacta. Na Idade Média, “os grandes compositores de motetos e missas, com frequência usaram canções populares ou seculares conhecidas como base para suas obras religiosas”. E assim, as “melodias populares eram escolhidas pelos compositores por serem doces e porque as pessoas estavam familiarizadas com elas”. Ainda mais, “as toadas também eram usadas para substituir letras pecaminosas por letras religiosas, para que assim as pessoas se esquecessem das canções imorais e se lembrassem das novas”.

Hoje, muito tempo depois, alguns perguntam sobre a canção Castelo Forte. Em “sua versão rítmica original” era “cheia de dinâmica e ritmo enérgico”. Por quê? Porque “Lutero desfrutava de cada aspecto da vida e de suas alegrias. Por esta razão, as melodias de Lutero, tanto as originais como as emprestadas, se caracterizavam por seus ritmos vivos e pela sincopa”. E prosseguindo no tempo, “uma análise da música do século XVII mostra que persiste o elemento rítmico na maioria das composições sacras”. E “quatro séculos depois da Reforma, os músicos continuaram compondo hinos com base nos modelos populares seculares, com novos textos”. Mesmo no Metodismo (que, em muitos aspectos, concebeu o Adventismo), “Wesley tomou toadas emprestadas dos corais luteranos, da música clássica e das árias de ópera”. Como dizia William Booth, “não me importa se a chamas de secular ou de sacra”.  E assim sempre foi. “Nos movimentos de reavivamento do século XIX”, usavam “uma linguagem sensível, melodias de tipo folclórico, fáceis de ensinar e contagiosas”. E “durante o século dezenove”, época dos nossos pioneiros, “a adoração e a música estavam agora nas mãos das pessoas comuns, que juntaram melodias do repertório folclórico e da música popular”. Por que hoje deveria ser diferente?

O que Ellen White diria sobre isso tudo? É aí que entra o rico artigo de alguém que é teólogo e musicólogo e, ao mesmo tempo, profundo amante e defensor da IASD. E neste terceiro capítulo do livro En Espíritu y en Verdad, Elena G. de White y la Música, o autor coloca que “quando Ellen White nasceu... as reuniões campestres... se caracterizavam pelo entusiasmo e a espontaneidade, onde os gritos de ‘glória’ e ‘aleluia’ e os hinos cantados com fervor, a capela ou ao som de órgão, reforçavam os fortes chamados dos pregadores à conversão e à santidade”. E mais especificamente quanto à música, “a hinódia adventista convertia o culto em um momento de grande entusiasmo e fervor, marcado por expressões animadas como ‘glória’ e ‘aleluias’. E Tiago White gostava de cantar tais hinos de maneira contagiosa, marcando o ritmo batendo na Bíblia”. O capítulo tem ainda um exercício hermenêutico quanto à famosa e polêmica citação de Ellen White sobre ao contexto da ‘carne santa’ em Indiana, na projeção futura quanto aos ‘gritos, com danças, músicas e tambores’, trazendo o leitor a uma compreensão correta do texto.

E a utilidade de tal capítulo se compreende na análise da posição de EGW quanto à música sacra (congregacional e devocional) e também à música em geral, na aplicação para nossos dias. “Neste momento prometedor para a música adventista, faria bem a nós, músicos e líderes, recordar nossa história, não deixando de lado a herança preciosa dos hinos tradicionais, e incorporando novas composições que... ajudem a evitar os excessos causados pelo emocionalismo na adoração”. O melhor de tudo deste capítulo é a vasta bibliografia que ele apresenta.

O que você acha do Hinário Adventista do Sétimo Dia? Temos a resposta de Miguel A. Valdivia quanto a isso em relação ao hinário em espanhol. Talvez o leitor brasileiro possa pensar sobre o que isso teria a ver com ele. A questão é que os princípios seguidos pela igreja são os mesmos. E os aproveitamentos que o adorador adventista pode ter do hinário de sua igreja também se assimilam nas mais diferentes culturas, línguas e lugares do mundo. O que o autor coloca neste artigo é sobre a postura do adventista quanto ao hinário de sua igreja nas implicações para a vida diária cristã, para a comunhão coletiva da comunidade de crentes e para o cumprimento da missão, na consciência de que “a igreja vai incorporando mudanças em sua vida litúrgica”, porque as doxologias e formas de adoração, com o tempo, evoluem.

E é aí que entra Homero Salazar, falando sobre o “ministério da música na igreja” e a importância do mesmo. Assim, ele apresenta a música na igreja primitiva e compara com a música na igreja da atualidade. Como deve ser o louvor congregacional? Os ensinos de Salazar são práticos, claros e diretos ao ponto. Por exemplo: você acha que qualquer hino serve para ser cantado em qualquer ocasião? Ele explica sobre os bons usos e os usos equivocados  do hinário. Ele mostra como os cânticos poderiam (e muitas vezes acontece) ser usados de forma errada. Para isso, abre uma explicação muito boa sobre as diferentes naturezas dos cânticos de adoração, cânticos de louvor, cânticos de edificação, cânticos de motivação missionária, cânticos para evangelização, cânticos para ocasiões especiais e cânticos para fortalecer os valores morais. E ao concluir o capítulo falando da bênção dos cultos múltiplos e compartilhando sua experiência pessoal, o autor termina refletindo no desafio que é para a IASD o lidar com os conflitos e transições de gerações no sentido de manter a tocha brilhando até que Cristo venha.

"Existem os Instrumentos Satânicos?" Este é o capítulo seis de “En Espíritu y en Verdad”, escrito por Hugo Chinchay, que tem tanto formações teológicas quanto musicais e administrativas nas melhores universidades adventistas de sua (nossa) cultura religiosa. “Ele tem dirigido coros, grupos musicais e cantado em quartetos e grupos por mais de 25 anos”, sempre sendo um obreiro de destaque no trabalho integral em servir à IASD. Para responder à pergunta, o autor faz uma profunda análise dos “instrumentos musicais na Bíblia”, e uma dedicada e didática exegese de 2Crônicas 29, quanto aos “Instrumentos do templo” e as orientações do Senhor. Se ele trata da percussão? Exatamente isso, pois o zelo de Chinchay pela igreja é muito grande. Por isso, apoiado em “Ellen White e os instrumentos musicais”, esse pastor especialista em música reflete sobre o delicado assunto da “associação entre instrumentos e música” e termina com uma lista prática e instrutiva de “pautas para a introdução de novos instrumentos”, exortando que, “finalmente, nunca nos esqueçamos de que a voz da congregação é mais importante que qualquer instrumento musical”.

E acima disso, está a importância da mensagem que é comunicada, direta ou indiretamente pela adoração. Por exemplos. Você sabe dar uma resposta adventista quanto ao que vem a ser uma “mensagem subliminar”? Já ouviu falar de James Vicary e de seu pioneirismo nas mensagens subliminares da publicidade? Você sabe o que a Ciência diz sobre as mensagens subliminares? Será que pode haver, ou não, uma mensagem subliminar em uma canção que nos introduza a uma conduta inapropriada? São estas as respostas que Josué Cortés, formado em Ciências e doutorado em Medicina, dá no sétimo capítulo do livro editado por Perera. Alguém já lhe chamou pra ouvir uma música tocada ao revés e descobrir que mensagem há no “pano de fundo” daquela gravação? Como se grava isso? É intencional ou acidental? Ou seria espiritual do mal? É perigoso? Isto existe mesmo? Existe isso em músicas religiosas também? Só para o mal, ou para o bem também? Que efeitos tais gravações podem ter sobre a nossa vida? Vou deixar você estudar profundamente esse assunto lendo este texto deste doutor no seu próprio livro, pois como ele mesmo diz: “Tenhamos a atitude ‘bereana’ de investigação. Amemos sempre a verdade e suspeitemos sempre do sensacionalismo espiritual”.

O ponto alto do livro é o capítulo oito, que trata de falar sobre “A Música e a Adoração”. Afinal, este é o tema da obra. André Reis é um verdadeiro ministro de música adventista, que tem escrito em periódicos oficiais da igreja e palestrado oficialmente por Uniões e Universidades adventistas que o convidam para ensinar exatamente sobre o tema em questão. E realmente precisamos de instrução, porque “se bem que Deus tenha criado a música, não deu instruções específicas para compor música estritamente ‘divina’. O estilo da música não é uma preocupação tratada nas Escrituras Sagradas”. E ao analisar o desenvolvimento da liturgia ao longo da história, Reis coloca que “este silêncio da Bíblia não é acidental”. Por quê? Você vai descobrir lendo o livro. Mas diante de tantos desafios, ele aconselha que “devido a tantas linhas de pensamento que prevalecem na igreja adventista sobre o papel da música no culto, a melhor estratégia é desenvolver princípios musicais fundamentados nos conceitos bíblicos de adoração”.

Ao analisar “os princípios do culto cristão”, com profunda busca bíblica, Reis evidencia que “o culto cristão tem que ser” cristocêntrico, racional, edificante, exultante e transformador. Uma rica cadeia sistemática de passagens bíblicas é disponibilizada ao leitor para esse entendimento. Mas como construir, na prática acertada, esse tipo de musicalidade eclesiástica hoje, dentro do contexto em que estamos? Aí está o melhor do livro, em dar o passo-a-passo bem útil a ser aplicado, para que, “na igreja, a música, em vez de ser um ponto de divisão”, possa, “na realidade, unir a igreja”.

E falando em princípios, a editora do livro tem também, na sequência, a autoria de um capítulo sobre “as mensagens da música”. Ela instrui sobre como que na mensagem musical deve haver os princípios da qualidade, da participação, do propósito e da pertinência. Além de ensinar os detalhes sobre cada um desses tópicos, Perera explica que “o que é apropriado para uma cultura pode não o ser para outra, e o que é conveniente em uma congregação pode causar confrontação em outras. Paulo segue escrevendo em 1Coríntios 10:32-33: ‘Não sejais tropeço nem a judeus, nem a gentios, nem à igreja de Deus; como também eu em todas as coisas agrado a todos, não procurando meu próprio benefício, mas o de muitos, para que sejam salvos’”. Quanto à mensagem verbal, a mesma autora ensina como fazer com que a mesma tenha os princípios da criatividade, da memorização, da compreensibilidade e da verdade, seguindo as instruções de 1Conríntios 14:15-17.

Sabe aquelas associações mentais que a gente faz ligando determinadas tomadas musicais com determinados contextos? “A música não tem um ‘significado intrínseco’ que seja entendido por todas as pessoas da mesma forma e em qualquer tempo e lugar. Portanto, as associações dão significado à música, e estas variam com o tempo. A música pro órgão, por exemplo, era usada nos circos e festas romanas nos séculos II e III. E no século XVIII ainda não se aceitava o órgão em muitas igrejas cristãs, por ter tais conotações pagãs. No nosso século, o órgão é considerado o rei dos instrumentos litúrgicos no mundo cristão, e está estreitamente associado às catedrais e aos templos. Se as associações nunca tivessem mudado, o órgão ainda hoje seria associado à música de fundo que os mártires cristãos que morriam no circo romano escutavam, e deveríamos tirar os órgãos das nossas igrejas por esse motivo”. A música é uma linguagem poderosa que, embora composta por diferentes mensagens, deve comunicar, em nós e através de nós, Jesus.

E quais são os efeitos da mesma? Uma peça musical pode trazer diferentes efeitos de comoção. Os sentimentos de uma peça musical podem ser refletidos fisicamente, no corpo. Podem afetar a mente. O que é melhor para o cérebro pode variar entre tocar um instrumento e escutar uma música. Depende de uma série de fatores. Existem vários autores que podem fazer-nos enxergar os porquês de a música estimular as emoções, a partir de diferentes prismas. Qual deve ser a nossa resposta? A memória desempenha vários papéis na música que escolhemos escutar, pois a música possui um elemento surpresa capaz de criar várias coisas no ouvinte, como por exemplo, o prazer. Baseados nas reações às músicas que escutamos, podemos dizer que existem músicas intrinsecamente boas ou más? Por quê? Respondendo a estes questionamentos, a professora Lourdes E. Morales Gudmundsson leva o leitor a refletir sobre “como podemos escolher a música que melhor contribua para uma vida cristã nobre e positiva”, no capítulo 10 de “En Espíritu y en Verdad”.

Mas nada melhor do que um dos nossos maiores teólogos para nos falar sobre a adoração e sua natureza prática na Igreja Adventista: Ángel Manuel Rodriguez. Doutorado em teologia pela Andrews Universitiy, ele atuou na docência universitária como professor, decano acadêmico e presidente de universidade, sendo que por uma década foi o diretor do Instituto Mundial de Pesquisa Bíblia da Igreja Adventista, tendo contribuído para os adventistas com vários livros e dezenas de artigos. E neste livro, En Espíritu y en Verdad, ele soma-se aos demais autores para levar o leitor a refletir sobre: a) qual vem a ser a conexão entre o mandamento do sábado e a adoração a Deus; b) de que maneira podemos avaliar os elementos do serviço de adoração para preservar o princípio de que Deus é o verdadeiro centro da adoração; c) quais são os elementos mais importantes da adoração na IASD; d) de que maneira a postura corporal demonstra a natureza integral da adoração; e e) qual é a resposta chave que deve nos levar a determinar o que vem a ser apropriado para o culto.

É um desafio! Principalmente quando aparece por aí essa tal de MCC: Música Contemporânea Cristã. Novamente Perera, mostra mais curiosidades indispensáveis ao leitor sobre a evolução da adoração. “Nossos hinos protestantes provêm da reforma litúrgica em que Martinho Lutero reage contra o canto gregoriano. Não obstante, estes hinos foram consideramos ‘profanos’, ‘sensuais’ e ‘mundanos’ pela igreja oficial do século XVI. Por outro lado, existem numerosos compositores que escreveram obras seculares com a mesma estrutura musical do coral ou hino luterano, mas com letra secular e em um contexto musical não religioso. Talvez não seja necessário mencionar a Cantata do Café de J. S. Bach, o Ode to Joy de L. V. Beethoven, o Va Pensiero de G. Verdi, o O Fortuna de C. Orff, etc.”. Por isso Paulo aconselha: “Não se conforme com este século!”. E o salmista completa: “Cantai um cântico novo ao Senhor”. O que Jesus faria se estivesse no nosso lugar? É exatamente esta resposta que Perera persegue para então arrazoar sobre música e cultura, sobre a delimitação dos limites e sobre o propósito da MCC.

Indo mais ao ponto, o que você quer saber é sobre “como escolher o estilo musical apropriado para sua igreja”. Janette Rodríguez Flores é profundamente bíblica (com espesso embasamento em EGW também) ao redigir esta resposta. Ela trabalha com as seguintes questões: a) que elementos influem sobre nosso gosto musical? b) que impacto tem o grupo em geral do que se forma parte sobre o estilo de música do indivíduo?; c) como podemos aplicar o princípio de Romanos 12:10 no contexto da adoração entorno dos estilos musicais; e d) será que é apropriado que o estilo de adoração varie segundo a congregação? “Oremos e busquemos ativamente criar um espírito de unidade na nossa igreja local mediante a escolha de estilos que sejam adequados para toda a nossa congregação”, abaliza esta mestra na música adventista.

Há poucas semanas, participei de um acampamento de jovens cristãos. Muitos talentos musicais reunidos. Tivemos os programas espirituais na sexta à noite e no sábado. E estava proposto que para o sábado à noite teríamos uma hora social temática de festa da roça. Foi natural, pegarmos os violões e cantarmos músicas caipiras, “da terra”, e sertanejas, cujas letras não ferissem nossos princípios. Mas uma pessoa presente “rasgou as vestes”. E a consequência de sua atitude, que não foi das mais felizes, foi, em certos aspectos, de uma negatividade desnecessária à comunidade, por vários dias posteriores. Tudo por desinformação quanto ao assunto sobre “a música secular na vida do cristão”. E eu não tiro a razão, quando temos tão pouco escrito sobre o assunto. Mas agora não vamos mais precisar ter desculpas. Rafael Rodríguez Chalas, doutor, ministro de música, professor e violonista clássico, mostra a música secular à luz da Bíblia, da Reforma e do adventismo, levando o leitor a conclusões equilibradas.

Porque precisamos que o espírito de união reine entre nós. Por isso, Flores volta com mais um capítulo (15) levando o adorador a refletir da uniformidade à unidade tanto na adoração pessoal quanto na pública. Mais Bíblia e mais Espírito de Profecia, para discutir sobre os pertinentes questionamentos: Qual é o papel do louvor na devoção pessoal do crente? Quais são alguns exemplos do uso da música na adoração pessoal? O que os salmos 38, 45, 54, 55 e 71 poderiam nos ensinar? Será que o processo de louvor começa com uma pessoa, e vai se expandindo, como e até onde? A leitura do salmo 105 é muito importante para refletir na explicação de como é o convite à comunidade religiosa para que se una em adoração. “A Bíblia nos provê lições práticas e reveladoras para desenvolver uma vida de devoção pessoal e coletiva. Para isso, o coração deve estar livre de egoísmo. Devemos buscar o que beneficia a congregação, e não o que eu prefiro ou o que me fala no âmbito pessoal”. Resultado? “Unidade na diversidade, graças ao amor de Deus”.

“Como Organizar o Ministério da Música e da Adoração em sua Igreja?” É o capítulo 16, com o pastor e doutor Andrés Flores. Ele explica sobre “como apoiar a equipe de música e adoração”, colocando qual é o “papel do pastor e da comissão da igreja”, nos sentidos de urgência e de liderança quanto aos recursos, o respaldo e a confiança da igreja e o apoio espiritual. Ensina também sobre “como formar uma equipe de música e adoração”, desde a escolha do líder até os demais componentes, a visão desta equipe, a colaboração do pastor e a orientação bíblica que tal ministério deverá seguir. Por fim, dá várias dicas de recursos práticos que podem ser buscados para a equipe de música e adoração da igreja, mostrando qual é o resultado que pode ser alcançado com um programa de música bem organizado que seja compreensível, original e espiritual, o que se pode fazer pra desenvolver a capacidade dos líderes de adoração e de que maneiras se pode facilitar a comunicação e a colaboração entre a equipe de adoração e o pregador.

É com muita emoção que chegamos ao último capítulo de “En Espíritu y en Verdad” com Alejandro Bullón. Ele faz uma exposição sobre “as emoções na adoração”. Ao ler o que este grande pastor e escritor escreve, o leitor é levado a refletir sobre: a) o que implica o conselho de EGW acerca de que se deve cultivar a voz para que “resulte agradável ao ouvido e impressione o coração”; b) como podemos distinguir entre as emoções santificadas e as emoções pecaminosas; c) quais são os perigos do emocionalismo; d) o atual desafio da igreja hoje, que “não é adotar um estilo de adoração para o corpo universal, mas respeitar a diversidade das culturas que formam parte da nossa grande família”; e e) o maior milagre que Deus pode fazer no coração dos cristãos.

No apêndice do livro está um documento sobre a “Filosofia de Música Adventista do Sétimo Dia”, votada oficialmente pela instituição, pois o livro En Espíritu y en Verdad “não propõe mudança alguma à teologia ou às doutrinas da IASD. Todos os autores são obreiros ou leigos ativos da IASD com um profundo respeito pelos regulamentos e políticas da igreja” e pelo Espírito de Profecia da mesma. “Mas a hora vem, e é agora, quando os verdadeiros adoradores adorarão ao Pai em Espírito e em Verdade; porque o Pai também busca por tais adoradores que assim O adoram” (João 4:23).

Eu comprei esse livro e em poucas semanas o li duas vezes. Portanto, lhe aconselho que acesse o site Amazon e compre já o seu exemplar deste livro (PERERA, Adriana (Ed.). En espíritu y en verdad: la música y la adoración en la Iglesia Adventista delSéptimo Dia. Nampa, Idaho: PacificPress Publishing Association, 2013, 176 páginas) e leia-o, o mais rápido possível. Faça-o sempre em oração, para que tudo isso redunde em bênçãos missionais para você e para sua igreja. E que Deus o abençoe! Agora, chega de David Phelps, e vamos dormir ao som de Leonardo Gonçalves!


Um abraço,
Pr. Valdeci Jr.



Mitraísmo

O Mitraísmo foi um dos mais populares cultos do paganismo no começo de nossa era. Mitra teve sua origem no Zoroastrismo e por um tempo foi a religião do Império Persa. 

Suas crenças eram variadas, como por exemplo, a qualidade humana da fraternidade, a democracia, a fé, a organização clerical, a doutrina da purificação do pecado, um grande sistema ético, e seguindo o Zoroastrísmo, a doutrina dos poderes antagônicos entre o bem e o mal, lutando pelo domínio do mundo, e especialmente quanto ao julgamento final.

Com a conquista da Pérsia, o Zoroastrismo avançou através do Vale do Eufrates e na Babilônia foi modificada pela astrologia dos caldeus e a adoração dos babilônicos a Marduk. Aqui, Mitra era identificado como  o deus-sol "Shamash", deus pagão da justiça e da ordem.

O Mitraísmo tomou forma definitiva pelo que nós sabemos,  no período romano quando Mitra era o supremo deus-sol chamado "Invictus", identificado pelos romanos por um sol.

O Mitraísmo e o cristianismo são religiões opostas, mas que ao mesmo tempo  se movem na mesma esfera intelectual e moral.



sexta-feira, 18 de julho de 2014

2 Pedro 2:20

Gostaria de obter esclarecimentos acera de II Pedro 2:20.

Portanto, se, depois de terem escapado das contaminações do mundo mediante o conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, tornou-se o seu último estado pior que o primeiro. (2 Pedro 2:20 RA).

O que os versos de I Pedro nos falam é que não devemos seguir a Jesus por um tempo e depois abandonarmos.

Aquele que foi cristão mas se voltou para o mundo, endurece-se espiritualmente, ou seja, responde menos as exortações espirituais. O último estado passa a ser pior do que o primeiro.

 

Se observarmos o contexto de 1 Pedro 2:20 (na linguagem de hoje) veremos que Pedro está incentivando os cristãos a seguirem a Jesus bem de perto.


“Se vocês suportarem sofrimentos injustos, sabendo que esta é a vontade de Deus, ele abençoará vocês por causa disso.  Pois, se vocês fazem o mal e são castigados, qual é o merecimento de suportarem com paciência o castigo? Mas, se vocês sofrem por terem feito o bem e suportam esse sofrimento com paciência, Deus os abençoará por causa disso,  pois foi para isso que ele os chamou. O próprio Cristo sofreu por vocês e deixou o exemplo, para que sigam os seus passos.  Ele não cometeu nenhum pecado, e nunca disse uma só mentira.  Quando foi insultado, não respondeu com insultos. Quando sofreu, não ameaçou, mas pôs a sua esperança em Deus, o justo Juiz.  O próprio Cristo levou os nossos pecados no seu corpo sobre a cruz a fim de que morrêssemos para o pecado e vivêssemos uma vida correta. Por meio dos ferimentos dele vocês foram curados.  Vocês eram como ovelhas que haviam perdido o caminho, mas agora foram trazidos de volta para seguir o Pastor, que cuida da vida espiritual de vocês”. (1 Pedro 2:19-25 BLH).

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Os Tímidos em Apocalipse

Você nos pergunta sobre a sua timidez relacionada com o que a Bíblia diz em Apocalipse 21:8.

“Quanto, porém, aos covardes, aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, aos impuros, aos feiticeiros, aos idólatras e a todos os mentirosos, a parte que lhes cabe será no lago que arde com fogo e enxofre, a saber, a segunda morte”. (Apocalipse 21:8 RA).

Em algumas versões Bíblicas aparece outra expressão: “tímidos” ao invés de “covardes”. Vejamos um comentário acerca deste texto:

“Grego deilós, “covarde”, “medroso”. A palavra se usa sempre com o sentido de covardia ou timidez sem razão. Campare-se com seu uso em Mat. 8:26, Mar. 4:40, com o verbo próximo de João 14:27, e o substantivo próximo em João 14:27 e 2 Tim. 1:7, respectivamente. Em todos estes casos o significado básico é covardia. Muitos não triunfam na luta espiritual devido a sua covardia e debilidade moral;se dão por vencidos no tempo de prova. Cf. 24:13”.

A mensagem do texto é que todo aquele que tem medo de seguir a Deus, não poderá ser salvo, pois não terá forças para perseveram em seguir a Cristo. Seguir a Cristo requer perseverança.

Se você sofre de outra timidez que não seja esta (medo de pertencer e seguira Cristo),eis algumas dicas:

Uma boa maneira de vencermos a timidez é “ajudarmos as pessoas necessitadas”. Ao fazermos isto, começa a crescer dentro de nós um senso de valor, de auto-estima.

Quanto mais conversarmos, mais desinibidos ficaremos. Distribua folhetos, dê estudos Bíblicos com alguém, visite, participe de atividades da Igreja (que você goste “você poderá quem sabe ajudando no Departamento Infantil”, com certeza se sentirá bem entre os pequeninos); ore muito á Deus e tenha certeza que Ele estará ao seu lado, ajudando você a vencer seu problema.





quarta-feira, 16 de julho de 2014

Os Quatro Ventos do Apocalipse

O que são os ventos de Apocalipse?

“Depois disto, vi quatro anjos em pé nos quatro cantos da terra, conservando seguros os quatro ventos da terra, para que nenhum vento soprasse sobre a terra, nem sobre o mar, nem sobre árvore alguma”. (Apocalipse 7:1 RA).

No livro do Apocalipse, vento representa: lutas, comoções políticas,  guerras, etc.. (Jeremias 4:11 e 12, Zacarias 7:14, Apocalipse 7:11, etc..).

Os quatro ventos nas Escrituras freqüentemente representam as quatro direções cardiais (ver Dan. 8:8; Mar. 13:27).  Aqui os quatro ventos são forças plenamente destrutivas (ver. Verso 3); provavelmente o mais estreito paralelo deve ser achado em Daniel 7:2, onde parecem ser as forças de contenda das quais se levantam grandes nações.

Tem sido sugerido que visto Apocalipse 7 parece ser uma resposta a pergunta do fim do cap. 6, (ver o comentário ao cap. 6:17), este segura os quatro ventos como uma detenção temporária dos terrores descritos no cap.6, até que aqueles que deverão permanecer firmes durante a tempestade tenham feito a preparação para a enfrentar.

Estas forças destruidoras, vistas à luz do grande conflito entre Cristo e Satanás, representam os esforços de Satanás para estender a ruína e a destruição por todas as partes. João viu em visão simbólica quatro anjos; realmente, muitos anjos são empregados na tarefa de deter os desígnios do inimigo. Os anjos cingem “o mundo... Estão conservando os exércitos de Satanás em aperto até que o selamento do povo de Deus esteja completo... Foi-lhes dado a tarefa de afastar o violento poder daquele que tem descido como um leão que ruge, procurando a quem possa tragar” ( Material Suplementar de E.G.W, cap. 5:11). Quando a obra do selamento estiver completa, então Deus dirá aos anjos, “Não combatais mais a Satanás nos seus esforços de destruição. Deixem-no operar a sua (deles) iniqüidade já esta cheia”. (EGW, RH, 17 de set. De 1901; cf. 6T, 408).


Quando os quarto anjos finalmente se afastarem e deixarem de deter os malignos desígnios de Satanás e “os violentos ventos da paixão humana, todos os elementos de contenda serão deixados soltos. O mundo inteiro será envolvido em ruína mais terrível que a que sobreveio a Jerusalém da antiguidade”. (CS, 614).

terça-feira, 15 de julho de 2014

Armagedom - O que é isso?

O que é Armagedom?

Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom” (Apocalipse 16:16).
Segundo o dicionário Bíblico da Bíblia On-line, Armagedom é “Um campo de batalha profético, onde os reis da terra se reunirão para uma batalha no grande dia do Deus Todo-Poderoso  (Ap 16.16).”
Dentro do contexto Bíblico do Armagedom [Montanha de Megido],  encontramos um paralelismo entre a antiga Babilônia que lutava contra o povo de Israel, e as forças do mal, que lutam contra os que seguem a Cristo, que são o Israel espiritual.
Nos versos anteriores deste capítulo de Apocalipse, vemos que o contexto se dá por ocasião da sexta praga. Lemos que as águas do rio Eufrates se “secaram, para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do oriente” (verso 12).
“A Babilônia antiga era a nação que dominava o mundo nessa época. Era a maior nação da Terra. Também era inimiga de Deus e de Seu povo... O rio Eufrates significava muito para a Babilônia antiga. Babilônia dependia dele para sobreviver... O dia em que o rio secou, Babilônia foi conquistada e vencida completamente. Sua destruição foi repentina e irreversível (Is. 13:17; 41:2, 5; 44:28; 45:1; Jer. 50:9; 51:11,28).”[i]
Em relação aos reis que vêm do oriente, podemos observar que no mundo atual as práticas do oriente têm sido utilizadas amplamente em nosso mundo ocidental. Shiatsu, acupuntura, homeopatia, e uma série de crenças, como cristais, gnomos, têm sido utilizadas por milhões de pessoas.
No verso 13, lemos que saíram da boca do dragão, da besta e do falso profeta, três espíritos semelhantes a rãs: “porque eles são espíritos de demônios, operadores de sinais e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajunta-los para a peleja do grande dia do Deus Todo-Poderoso.”
Todos os sistemas religiosos do mundo que negam Deus e a Cristo, de uma forma ou de outra, estão contra Deus (Mateus 12:30). Aqui incluímos o paganismo, o espiritismo, o cristianismo apostatado , etc.
Não queremos dizer que pessoas destas igrejas não venham a se unir ao povo de Deus, nem que haja uma denominação específica que será salva. Mas todos quantos se unirem à estes  líderes religiosos em seus falsos ideais, estarão a batalhar contra o próprio Deus.
Essas forças religiosas se unirão para destruir os fiéis seguidores de Cristo e de sua verdade, por todos os meios ao seu alcance: falsas aplicações da ciência, espiritualismo em todas as suas formas e manifestações (curas, milagres, mediunidade, parapsicologia, telepatia, telecinesia, ioga, mediunidade transcendental, ocultismo, umbanda, candombé, nova era, florais de Bach, homeopatia, etc.), falsas doutrinas baseadas no homem e não na Palavra de Deus, evolucionismo, materialismo, secularismo, hedonismo, etc. Influenciarão os governos para prejudicar e destruir os seguidores do Cordeiro, editando leis que proíbam a guarda do sábado ou que obriguem a observância do domingo, ameaçando-os com prisão e morte. Esta guerra está em pleno curso e será intensificada perto do fim do mundo.
No fim desta grande batalha (ou guerra) do Armagedom, só haverá dois grupos: os que se colocam inteiramente ao lado de Deus, e os que são, de alguma forma, contra Deus ou à sua lei. Que possamos estar do lado certo.




[i] Vilmar E. Gonsáles, Daniel e Apocalipse, p. 193

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Apocalipse 13:8 - Como Entender?

Gostaria de compreender Apocalipse 13:8.

“e adorá-la-ão todos os que habitam sobre a terra, aqueles cujos nomes não foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo”. (Apocalipse 13:8 RA).

O anticristo obterá do mundo fidelidade e obediência, e não apenas obediência forçada. Os místicos contemporâneos afiançam que este será especialmente o caso da juventude do mundo; os jovens , particularmente, promoverão um culto fanático, radical e leal à pessoa do anticristo.

“...aqueles cujos nomes não foram escritos...” (Quanto ao livro da vida aludido sob diversas descrições, e quanto a seu uso como símbolo, nos escritos religiosos)  Encontramos de novo  a mesma idéia e expressão em Apocalipse 17: 8 3 20: 12: A expressão “livro da vida do cordeiro” figura em Apocalipse 21: 27, sendo a mesma expressão que temos aqui. Naquela passagem, somente os que têm seus nomes registrados naquele livro entrarão na Nova Jerusalém. Portanto, essa referência pode ser presente ou escatológica, e a questão da “vida eterna” está envolvida no quadro.

“... cordeiro que foi morto...” Isso dá a entender que o nome de alguém é registrado no livro da vida devido à expiação de Cristo. Diversas referências aludem, explicitamente, ao fato de que o cordeiro foi morto, apresentando-nos a idéia de expiação feita pelo cordeiro de Deus.

“...desde a fundação do mundo...” Essa expressão se acha por seis vezes, fora do Apocalipse, em várias conexões, (ver Mateus13:35; 25:34; Lucas 11:50; Hebreus 4:3; 9:26 e I Pedro 1:20) No Apocalipse, além do presente versículo, ver Apocalipse 17:8. Naturalmente este versículo tem natureza determinista; mas o Novo Testamento contrabalança toda a idéia do determinismo com o ensinamento real do livre-arbítrio do homem, o que o torna responsável por arquivo que ele faz. Não obstante, o Novo Testamento envolve idéias determinísticas. A expiação de Cristo, neste versículo, é referida como algo determinado. Não foi algum pensamento tardio de Deus, e o pecado não o tomou de surpresa, sem qualquer provisão para o mesmo. Existe um argumento em favor da idéia de que o princípio de sacrifício e redenção é mais antigo que o mundo, pois, na realidade foi planejado desde a eternidade, ou, pelo menos, planejado desde os tempos mais remotos. Bons intérpretes têm compreendido a questão de uma ou de outra destas maneiras, pois ambos os conceitos são ensinados na Bíblia.

Provavelmente, João desejava consolar os crentes perseguidos, aqueles  que enfrentavam a morte e o sofrimento diariamente , devido a sua fé em Cristo. João nos mostra que Cristo é o único e verdadeiro mediador entre Deus e os homens, pois é também a sua morte expiatória que leva os homens à Deus.

Aquele cujo nome está escrito no livro da vida do cordeiro não pode adorar o anticristo porquanto sua natureza básica não permitirá que ele faça isso. O cristão será a exceção à loucura precipitada do mundo , no culto ao anticristo. O crente sofrerá justamente por ser tal exceção. Somente os eleitos de Deus serão capazes de resistir ao apelo diabólico do Anticristo .

Cristo é o libertador eterno, que desconhece as barreiras do tempo. É Nele que devemos confiar em tempos de tribulação, em períodos de perseguição e morte. Somente Deus é adequado para as necessidades do homem.


Estaremos orando para que o seu nome possa estar escrito no livro da vida.